04 agosto 2007

Menos é sempre mais?

Semanas se passaram.
Um evento da ANPUH Nacional.
Uma gripe terrível.
Por isso o desaparecimento e descaso.

Entretanto, muitas coisas aconteceram. Em eventos como esse da ANPUH amizades se formam, novas idéias se forjam, sente-se dentro de um conjunto maior, entre os pares tudo parece mais simples.
Com uma gripe aprende-se que o corpo precisa de descanso. Aprende-se que o sol precisa entrar pra espantar o vírus. Aprende-se a beber água e encarar a febre de frente.

Quando se tem um blog aprende-se que talvez ele seja um sucesso, talvez não. Mas é preciso esforço. Esforço é preciso sempre, em tudo o que se faz. Esse blog em conjunto precisa a voltar a ser um blog em conjunto, precisa voltar a falar sobre música, cinema, livros, amigos, amor, dor, sofrimento.

Como sugestão de primeiro tema, cinema.
Ontem vi "Saneamento Básico". Divertidíssimo. Aprendi a perder o preconceito com cinema brasileiro quando vi o "Cidade de Deus" e graças a Deus, porque senão teria perdido belos filmes, como "Saneamento ... " e como "O cheiro do ralo". Conclui que a Fernanda Torres pode ficar parada, séria, só olhando para a câmera e vai ser divertida do mesmo jeito. Ela pode nem aparecer, e o jeito que ela fala dá vontade de rir. E o Wagner Moura me surpreendeu. Excelente ator.
E semana passada perdemos, no mesmo dia (sim? não? dúvida...) Bergman e Antonioni. Não vi nenhum filme deles, acho. Confesso. Mas quero muito ver Blow Up, do Antonioni. Vou deixar passar o momento post mortem e vou retirar. E nessa mesma semana eu conclui que gosto muito dos filmes da Queen Latifah. São muito divertidos e relaxantes. O mundo é realmente feito de muita variedade. Agradeço sempre por isso.

Mais, depois. E menos é sempre mais?

c.

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01 junho 2007

Sgt. Peppers Lonely Heart's Club Band


Hoje, há 40 anos atrás, os Beatles lançaram este disco revolucionário em muitos aspectos. 1º de junho de 1967. Eu ouvi o disco em 97/8 acho, não lembro. Mas lembro que adorei. Foi daqueles discos que eu ouvi milhares de vezes. O que eu achei mais marcante é que não tem aquela pausa básica entre cada música, as canções (acho lindo, canções) fluem sem interrupção. Lucy in the sky with diamonds é a queridinha do disco, mas eu gosto mais de A day in a life, ou When I'm 64. Eu gosto de todas.
Mas qual não foi o meu choque ao ver o Saia Justa dessa semana, que versava justamente sobre este disco e o impacto dele nas apresentadoras, e ficar sabendo que a Marcia Tiburi (protótipo de filósofa descolada??) nunca tinha ouvido o disco até ter (note o "ter") que ouvir para o programa. E, apesar de ser um disco fantasticamente atual, ela, que só conhecia a queridinha Lucy, ainda acha essa a melhor música. Céus.
It's getting better all the time.
Meu novo mantra.
c.

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